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“VOCÊ COACH”

ConsultCoaching & “VOCÊ COACH”

Você Coach,

Toda a experiência e conhecimento do Mundo não valem nada sem “Consultoria Comercial, Networking e Marketing”, e o conhecimento nos traz sabedoria, que traz aprendizados em saber que nada podemos sozinhos.

 TODO PROFISSIONAL EM COACHING: O COACH, PRECISA DE OUTRO “COACH”!

Esse profissional será constantemente o seu “PERSONAL COACH” ou “ANJO DA GUARDA” para consultas e acompanhamento em processos mais complexos de Coaching, e em sua vida.

O que então gerou a ideia da ConsultCoaching & “VOCÊ COACH”, para aqueles Coaches que pensam em destacar-se no mercado entre os diversos nichos de comercialização do Coaching que desejam atuar.

***Traçaremos um plano estratégico para lhe orientar a divulgar “VOCÊ COACH” no mercado.*** 

Consulta via web gratuita!

  • Skype: coachkarinasoares
  • E-mail: karinasoarescoach@gmail.com

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Os líderes se preocupam…e o Coaching auxilia na resolução!

No mundo dos negócios, o que não se demonstra financeiramente, não justifica esforços e verbas destinadas. Evidenciar a efetividade e os benefícios do coaching executivo é essencial para a continuidade da abordagem. Sendo assim, mensurar o ROI torna-se imprescindível para a credibilidade e valorização dos processos de Recursos Humanos.

ROI em coaching é idealizado por muitos coaches e por departamentos de recursos humanos como um conhecimento que seria capaz de chancelar a eficácia dos programas de coaching e justificar valores despendidos na capacitação do capital humano. Porém, poucos estudos consistentes existem sobre tal assunto. É preciso que sejam conduzidas pesquisas rigorosas sobre processos, práticas e retornos do coaching para fortalecer o impacto da atividade (IRELAND, 2008).

Especula-se que as organizações não meçam o ROI porque não acreditam que seja importante ou por não saberem como medir. A pesquisa EDA 2004 constatou que nenhuma das medidas atuais, empíricas ou estatísticas são utilizadas com preferência de 70% pelos administradores dos projetos de coaching em suas organizações.

Um terço das organizações não realizam qualquer tipo de avaliação dos resultados formal, embora 23% delas incluam coaching formalmente em suas estratégias de aprendizagem e desenvolvimento. Complementa-se a este fato, os relatos encontrados na pesquisa da EDA do ano de 2004 em que foram entrevistados coaches executivos, líderes e organizações, constatando que, embora a grande maioria das organizações não meçam o ROI do coaching, 72% delas gostariam de fazê-lo. Salienta-se ainda que, nesse estudo 21% das organizações não se interessam em medir ROI e não acreditam que uma conexão seja possível porque sentem que é difícil demais de medir e por isso não querem nem tentar (UNDERHILL; MCANALLY; KORIATH, 2010).

 

Informações sobre o Teste de Assesment para Avaliação Organizacional em sua empresa, consulte a página Contatos.

Putz, fui promovido(a)…

Stress business womanÉ engraçado como algumas pessoas me procuram querendo mudar de carreira, não porque se acham incompetentes ou não gostam do que fazem, mas sim porque acabaram de ser promovidas. Difícil de acreditar? Vai escutando…

Uma vez recebi um cliente de Coaching que dizia que andava meio insatisfeito com a sua Carreira e pensando em pedir demissão.  Papo vai, papo vem, me confessou que todo aquele questionamento tinha começado logo depois de ter sido promovido a Gerente. De uma hora para outra, ele, que adorava o que fazia e era um exemplo de eficiência, estava pensando agora em sair da empresa e (pasme!) cogitando até mesmo em mudar de carreira. Mas por que será que isso aconteceu? Por um motivo simples, vou explicar…

É o seguinte: imagine que você seja uma referência na sua área, entenda pra caramba de um determinado assunto, dê soluções rápidas para qualquer problema técnico que apareça e gere resultados mais do que ninguém em sua equipe. Daí o seu gerente é promovido e o cargo dele precisa ser ocupado. E quem ele indica para essa vaga? Você!

Então, quando você fica sabendo disso, pula de alegria, liga pra esposa (ou esposo) e já agenda um jantar para comemorar essa promoção. Todo o seu esforço acaba de ser reconhecido e a empresa está depositando uma confiança muito grande em você agora. Quer cenário melhor que esse? 10 entre 10 profissionais sonham com essa oportunidade, certo?

Bom, tudo corre a mil maravilhas até o dia em que você assume a tão sonhada Gerência. Não se passa nem uma semana e você percebe que tudo aquilo que você reclamava antes e dizia que mudaria se fosse Gerente, não vai ser tão fácil assim… É que tinha uma coisa que, quando você era só um membro da equipe e tinha um (bom) gerente acima de você, todo mundo falava que existia mas você nunca tinha visto de perto, tipo duende, sabe? Só que, já na sua primeira semana como Gerente, aquele duende aparece bem na sua frente e te dá bom dia! Que duende é esse? A política.

Pois é… o fato é que, mais cedo ou mais tarde, todo mundo se depara com esse duende na carreira e percebe que ele é tão real quanto a sua mesa de trabalho. E esse encontro é bem mais intenso quando você é promovido. É que, quando você ocupa um cargo de liderança, todo o seu conhecimento técnico e eficiência acumulados (e que, até então, foram suficientes para te destacar da multidão) agora são só uma pequena parte do que você precisa para liderar um time. O restante? Saber influenciar pessoas.

Não é fácil estar à frente de uma equipe. Isso requer muita habilidade para lidar com gente (acima e abaixo de você) e, como dizia um amigo meu, as pessoas são “não-lineares”. Traduzindo: imprevisíveis.

E foi por esse motivo simples (!) que o meu cliente lá do início queria pedir demissão. Por não estar conseguindo ainda desempenhar bem numa função que exigia dele muito mais do que conhecimento, exigia habilidade para influenciar e mover pessoas: liderança. Mas ele não pediu demissão e ainda está exercendo (e muito bem!) o seu cargo de Gerente. Como ele conseguiu isso?

Ele identificou, durante o Coaching, quais habilidades interpessoais ele já possuía para serem usadas imediatamente no novo cargo. Depois, mapeou aquelas que ainda estavam meio “verdes” e que precisavam de um desenvolvimento específico. Daí, pedi a ele que definisse qual dessas era prioritária, focamos em desenvolvê-la e o final da história você já sabe…

Então é isso: se você, um dia, for promovido e pensar em pedir demissão, tenha paciência. Saiba que isso é normal e que ainda vai levar um tempo para que você “amadureça” neste novo cargo. Enquanto isso, foque em usar suas forças e defina uma característica sua (uma só) para ser trabalhada. Não tente atacar tudo de uma vez, escolha a mais importante, a mais prioritária e trabalhe firme para desenvolvê-la, ok?

No mais, aproveite, porque não é todo dia que se é promovido(a)…

Até a próxima!

Fonte: Site Carreira Autêntica 

Autor: Rony Mark

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Karina Soares Coaching & Consulting

Atuação em Life e Business Coaching (Coaching de Vida, Carreira, e Grupos), Coaching Evolutivo, "VOCÊ COACH" & ConsultCoaching, Palestras e Treinamentos.